Reações Nesse capítulo, Latour, busca mostrar uma interligação entre os atores humanos e não-humanos no processo de translação, articulação, delegação e deslocamento que os situam não no contexto de sociedade, mas, sim de coletivo, onde se faz perceber o intercâmbio das propriedades humanas e não-humanas com sendo uma corporação. Latour busca evitar a distinção sujeito-objeto, “O jogo não consiste em estender a subjetividade às coisas, tratar humanos como objetos, tomar máquinas por atores sociais e sim evitara todo custo o emprego e da distinção sujeito-objeto ao discorrer sobre o entrelaçamento de humanos e não-humanos.” Essa ideia também fica clara quando Latour se refere à ciência e tecnologia como sendo o que viabiliza a socialização do não-humanos, de modo que possam ter aspectos ou relações humanas. (...)substituir a expressão modernista ciência e tecnologia permitem que a mente rompa com a sociedade para alcançar a natureza objetiva e impor ordem à matéria eficiente (p.223).
Nesse capítulo Latour vai além do híbrido e fala de um uno quando pergunta e responde "Os artefatos medeiam nossas ações? Não, os artefatos somos nós.". Estive pensando muito sobre isso nos últimos tempos: tudo que existe no mundo foi criado por nós, todo e qualquer aparato, todo luxo e todo o lixo, é criação da humanidade, não veio pronto de outro planeta. Nós criamos, usamos e somos usados, e deixamos rastros. Nós somos os artefatos como somos a sujeira que produzimos. Somos humanos e não-humanos mediados, interconectados e vascularizados vivendo como um coletivo "de uma forma quase promíscua". Mas nos esquecemos disso constantemente. Ao usarmos os artefatos em forma de caixas-pretas nos sentimos dominadores, donos de nossos utensílios, vorazes consumidores! Então matamos e somos mortos com as armas que nos julgamos livres e capazes para usar. Nos informamos e nos relacionamos através desses dispositivos onde cabem o mundo e que nos conectam e isolam ao mesmo tempo. Vivemos e morremos com as tecnologias que construímos. Vivemos e morremos com as tecnologias que somos.
Um coletivo de humanos e não-humanos para “substituir” sociedade e pragmatogonia para “substituir” progresso”. Esse capítulo deu “nó na cabeça”. A primeira impressão é que não entendi nada. Bem, Entendo a ideia da simetria que Latour propõem para tratarmos os humanos e não-humanos, os agenciamentos, as translações, as reconfigurações quando humanos e não-humanos se entrelação formando híbridos. Entendo que sociedade é uma palavra muito carregada de conceitos pré-estabelecidos. E que estes conceitos deixam de fora os não-humanos e que, portanto, Latour prefere encontrar um outro termo mais livre, menos carregado. O que me fundiu a cabeça foi mesmo a pragmatogonia. Quando ele destrincha os 11 níveis eu fiquei completamente perdido e só fui me achar quando ele faz o que acha que não devia ter feito, um resumão, e coloca todos os níveis juntos. Ah, concluo eu, ele só está dizendo como o “progresso” se deu no mundo do “coletivo de humanos e não-humanos”. Refaço minha conclusão achando que só posso estar pensando errado: não pode ser isso. Eu não entendi foi nada mesmo. Deu para sentir a desavença entre Latour e os modernistas neste capítulo. Em vários pontos ele dá uma alfinetada. Não só aqui, durante quase o livro todo ele fala em fetiche. Não sei se ele está fazendo merchandising, mas fica a vontade da leitura dos livros Reflexão Sobre o Culto Moderno dos Deuses Fe(i)tiches e Jamais Fomos Modernos.
Reação do capítulo 6 : "Um coletivo de humanos e não humanos" é o capítulo mais longo do livro e que em alguns momentos se torna repetitivo. Latour lança uma pergunta: O que as coisas - os não humanos - nos levam a fazer? Uma comparação interessante que Latour usa é a questão do uso arma. Tema que nessa semana foi motivo de destaque em nossa imprensa. Latour nos traz o debate entre moralistas e materialistas - duas - visões sobre o uso de armas. Posiciono -me entre as duas posições, armas não matam sozinhas, embora gerem um fascínio para muitas pessoas. Por outro lado, armas são potencializadoras de ações contra a vida. Além disso, Latour afirma que há uma translação simétrica entre a arma e a pessoa. Opinião esta, equivocada do autor. O revólver, fuzil ou um lançador de mísseis ( Bazuca) continuarão sendo o que foram destinados a ser: objetos de defesa pessoal ou coletiva. Latour afirma de forma equivocada que nem pessoas e nem armas matam e estabelece quatro significados de mediação. No mundo real - baseado no mundo jurídico e nas relações históricas - quem mata são pessoas e as armas são meros instrumentos da vontade humana. Nada mais do que isso. O quarto significado nos trás um exemplo interessante, o quebra-molas em que o autor afirma ser uma forma transladada de egoísmo latente de boa parte dos motoristas. Prefere-se parar por conta da suspensão do carro do que pela vida do pedestre. Na verdade, Latour generaliza com o exemplo dado ao afirmar que um elemento não -humano pode modificar os sentimentos humanos em relação a vida de um outro humano. Equivoca-se mais uma vez.
Reação do capítulo 6 : "Um coletivo de humanos e não humanos" Vivemos no mundo em que Maquinas e Homens interagem através de processos, diálogos e ações, pesquisar a comunicação homem e máquina se faz necessário, as maquinas deixaram de ser um instrumento para armazenar e compilar dados, na sociedade moderna representam hoje o principal meio de comunicação, este processo que Latour chama no texto de socialização do não-humanos. Uma preocupação da sociedade moderna é que os humanos estão deixando de se relacionar com humanos para se relacionar com os não humanos (maquinas).
No capítulo 6 o autor fala do coletivo de humanos e não-humanos, onde ambos exercem um papel de destaque na relação, e os não-humanos não são apenas objetos, coadjuvantes, estão entrelaçados. Mesmo com o advento da tecnologia, os meios técnicos, não há domínio um sobre o outro. Bons são os exemplos usados pelo Latour para descrever os significados das mediações técnicas, como um assunto que é muito contemporâneo no Brasil, o porte de armas, apresentando as versões dos dois lados, os favor, que consideram que as armas sozinhas não matam ninguém, dependem de alguém pré-disposto a matar, e os que entendem que um cidadão de bem com uma arma pode se tornar um assassino, dependendo da situação a que ele é exposto (interferência); que nem o homem e nem o avião voam sozinhos, o ato de voar é um processo coletivo do homem, do avião, do aeroporto, etc. (composição); a crise que pode existir na quebra de um simples projetor, passando de um aparelho despercebido para o centro das atenções de um grupo de pessoas, envolvendo peças e tempo para o seu conserto (tempo e espaço); e os quebra-molas que são instalados com a intenção de que os motoristas diminuam a velocidade e assim os acidentes, mas que na maioria das vezes o egoísmo desses faz com que essa diminuição de velocidade se faça para proteção dos seus veículos (delegação). O autor também descreve 11 adjetivos sociotécnicos na ordem decrescente, diferentes entre eles, mas que se trocam e se completam na interação entre humano, não-humano e sociedade.
O autor esclarece que as descobertas científicas, as teorias e as construções teóricas da ciência são um coletivo de humanos e não humanos. Quanto mais humanos estão envolvidos na produção científica, maior ela será. No entanto, esta regra não se aplica apenas aos humanos. Os não humanos, os artefatos, que no dia a dia chamamos de objetos, são os que possibilitam a construção física dos testes experimentais que os humanos fazem para elaborar as tais teorias. Sendo assim, os equipamentos, reagentes, espaços laboratoriais, computadores e programas operacionais são participantes da construção dos conteúdos científicos tanto quanto, na mesma proporção, que os humanos. Este capítulo me remeteu à minha própria experiência profissional, ao tentar abordar, com meus alunos, o assunto inovação. Procuro fazer uma reflexão sobre a importância do que não é mais falado, do que não mais atrai a nossa atenção, como um lápis, um sapato, uma caneta. São tidos como dados como os como status quo do ambiente e não importantes, mas são eles que determinam a qualidade do que é feito naquele ambiente. Esta reflexão pode ainda ser extrapolada para um debate sobre as diferentes condições de vida, de ensino, de trabalho, de socialização das pessoas: elas são recheadas de diferentes tipos de não humanos, então as produções naqueles ambientes também serão diferentes. Não é uma questão de relativizar, mas de apreender do seu redor a enormidade de atuantes não humanos que fundamentam o simples fato de estar.
Atenção!!!! Neste capítulo tem muitas traduções ruins…. Atuante é Actante e Obscurecimento é Caixa Preta. Mas vamos ao que interessa! Em criança nunca fui daquelas curiosas, que desmontam coisas. E, até hoje, prefiro que algumas caixas pretas fiquem pretas e fechadas! Quando comecei a trabalhar com microcomputadores (chamava micro na época - agora seria um desktop), era enlouquecedor. Mesmo quando o hardware funcionava bem - o que era raro- eu tinha que dialogar com a máquina através de uma série de comandos - meu desejo tinha que ser traduzido numa linguagem que era da máquina e não minha! Um vez, desabafando com uma amiga, disse que queria que computadores fossem como liquidificadores. Que a gente pudesse comprar, ligar na tomada e usar sem pensar na máquina!. Agora, tenho um assim. É barato, dura muito e, quando quebra, compro outro. Assim, vivo com ele. Somos uma articulação quase perfeita! Talvez seja essa postura que torna tão apavorante para mim entrar no emaranhado de caminhos, no daedalion, do meu objeto. Busco sair do conceito de humanas (afinal sou historiadora) de sociedade e entrar no de coletivo. Mas meu coletivo em construção me assusta.
Observação importante: por algum tempo em alguns momentos da gravação acontecem alguns silêncios. Eles ocorrem porque nesta aula, em alguns momentos, ficamos apreciando imagens em silêncio. Especialmente o Jean nos levou a isso.
Por favor, retornem se vocês conseguiram acessar e ouvir o áudio. Levem em consideração que a gravação é amadora e feita em um dispositivo improvisado (neste caso um celular véi)
Mais uma vez, parece que gravamos sem redundância.
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ResponderExcluirNesse capítulo, Latour, busca mostrar uma interligação entre os atores humanos e não-humanos no processo de translação, articulação, delegação e deslocamento que os situam não no contexto de sociedade, mas, sim de coletivo, onde se faz perceber o intercâmbio das propriedades humanas e não-humanas com sendo uma corporação.
Latour busca evitar a distinção sujeito-objeto, “O jogo não consiste em estender a subjetividade às coisas, tratar humanos como objetos, tomar máquinas por atores sociais e sim evitara todo custo o emprego e da distinção sujeito-objeto ao discorrer sobre o entrelaçamento de humanos e não-humanos.”
Essa ideia também fica clara quando Latour se refere à ciência e tecnologia como sendo o que viabiliza a socialização do não-humanos, de modo que possam ter aspectos ou relações humanas. (...)substituir a expressão modernista ciência e tecnologia permitem que a mente rompa com a sociedade para alcançar a natureza objetiva e impor ordem à matéria eficiente (p.223).
Nesse capítulo Latour vai além do híbrido e fala de um uno quando pergunta e responde "Os artefatos medeiam nossas ações? Não, os artefatos somos nós.". Estive pensando muito sobre isso nos últimos tempos: tudo que existe no mundo foi criado por nós, todo e qualquer aparato, todo luxo e todo o lixo, é criação da humanidade, não veio pronto de outro planeta. Nós criamos, usamos e somos usados, e deixamos rastros. Nós somos os artefatos como somos a sujeira que produzimos. Somos humanos e não-humanos mediados, interconectados e vascularizados vivendo como um coletivo "de uma forma quase promíscua". Mas nos esquecemos disso constantemente. Ao usarmos os artefatos em forma de caixas-pretas nos sentimos dominadores, donos de nossos utensílios, vorazes consumidores! Então matamos e somos mortos com as armas que nos julgamos livres e capazes para usar. Nos informamos e nos relacionamos através desses dispositivos onde cabem o mundo e que nos conectam e isolam ao mesmo tempo. Vivemos e morremos com as tecnologias que construímos. Vivemos e morremos com as tecnologias que somos.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirUm coletivo de humanos e não-humanos para “substituir” sociedade e pragmatogonia para “substituir” progresso”. Esse capítulo deu “nó na cabeça”. A primeira impressão é que não entendi nada. Bem, Entendo a ideia da simetria que Latour propõem para tratarmos os humanos e não-humanos, os agenciamentos, as translações, as reconfigurações quando humanos e não-humanos se entrelação formando híbridos. Entendo que sociedade é uma palavra muito carregada de conceitos pré-estabelecidos. E que estes conceitos deixam de fora os não-humanos e que, portanto, Latour prefere encontrar um outro termo mais livre, menos carregado.
ResponderExcluirO que me fundiu a cabeça foi mesmo a pragmatogonia. Quando ele destrincha os 11 níveis eu fiquei completamente perdido e só fui me achar quando ele faz o que acha que não devia ter feito, um resumão, e coloca todos os níveis juntos. Ah, concluo eu, ele só está dizendo como o “progresso” se deu no mundo do “coletivo de humanos e não-humanos”. Refaço minha conclusão achando que só posso estar pensando errado: não pode ser isso. Eu não entendi foi nada mesmo.
Deu para sentir a desavença entre Latour e os modernistas neste capítulo. Em vários pontos ele dá uma alfinetada. Não só aqui, durante quase o livro todo ele fala em fetiche. Não sei se ele está fazendo merchandising, mas fica a vontade da leitura dos livros Reflexão Sobre o Culto Moderno dos Deuses Fe(i)tiches e Jamais Fomos Modernos.
Reação do capítulo 6 : "Um coletivo de humanos e não humanos" é o capítulo mais longo do livro e que em alguns momentos se torna repetitivo. Latour lança uma pergunta: O que as coisas - os não humanos - nos levam a fazer? Uma comparação interessante que Latour usa é a questão do uso arma. Tema que nessa semana foi motivo de destaque em nossa imprensa. Latour nos traz o debate entre moralistas e materialistas - duas - visões sobre o uso de armas. Posiciono -me entre as duas posições, armas não matam sozinhas, embora gerem um fascínio para muitas pessoas. Por outro lado, armas são potencializadoras de ações contra a vida. Além disso, Latour afirma que há uma translação simétrica entre a arma e a pessoa. Opinião esta, equivocada do autor. O revólver, fuzil ou um lançador de mísseis ( Bazuca) continuarão sendo o que foram destinados a ser: objetos de defesa pessoal ou coletiva. Latour afirma de forma equivocada que nem pessoas e nem armas matam e estabelece quatro significados de mediação. No mundo real - baseado no mundo jurídico e nas relações históricas - quem mata são pessoas e as armas são meros instrumentos da vontade humana. Nada mais do que isso. O quarto significado nos trás um exemplo interessante, o quebra-molas em que o autor afirma ser uma forma transladada de egoísmo latente de boa parte dos motoristas. Prefere-se parar por conta da suspensão do carro do que pela vida do pedestre. Na verdade, Latour generaliza com o exemplo dado ao afirmar que um elemento não -humano pode modificar os sentimentos humanos em relação a vida de um outro humano. Equivoca-se mais uma vez.
ResponderExcluirReação do capítulo 6 : "Um coletivo de humanos e não humanos"
ResponderExcluirVivemos no mundo em que Maquinas e Homens interagem através de processos, diálogos e ações, pesquisar a comunicação homem e máquina se faz necessário, as maquinas deixaram de ser um instrumento para armazenar e compilar dados, na sociedade moderna representam hoje o principal meio de comunicação, este processo que Latour chama no texto de socialização do não-humanos. Uma preocupação da sociedade moderna é que os humanos estão deixando de se relacionar com humanos para se relacionar com os não humanos (maquinas).
No capítulo 6 o autor fala do coletivo de humanos e não-humanos, onde ambos exercem um papel de destaque na relação, e os não-humanos não são apenas objetos, coadjuvantes, estão entrelaçados. Mesmo com o advento da tecnologia, os meios técnicos, não há domínio um sobre o outro. Bons são os exemplos usados pelo Latour para descrever os significados das mediações técnicas, como um assunto que é muito contemporâneo no Brasil, o porte de armas, apresentando as versões dos dois lados, os favor, que consideram que as armas sozinhas não matam ninguém, dependem de alguém pré-disposto a matar, e os que entendem que um cidadão de bem com uma arma pode se tornar um assassino, dependendo da situação a que ele é exposto (interferência); que nem o homem e nem o avião voam sozinhos, o ato de voar é um processo coletivo do homem, do avião, do aeroporto, etc. (composição); a crise que pode existir na quebra de um simples projetor, passando de um aparelho despercebido para o centro das atenções de um grupo de pessoas, envolvendo peças e tempo para o seu conserto (tempo e espaço); e os quebra-molas que são instalados com a intenção de que os motoristas diminuam a velocidade e assim os acidentes, mas que na maioria das vezes o egoísmo desses faz com que essa diminuição de velocidade se faça para proteção dos seus veículos (delegação). O autor também descreve 11 adjetivos sociotécnicos na ordem decrescente, diferentes entre eles, mas que se trocam e se completam na interação entre humano, não-humano e sociedade.
ResponderExcluirA reação acima foi registrada por George Gama.
ExcluirO autor esclarece que as descobertas científicas, as teorias e as construções teóricas da ciência são um coletivo de humanos e não humanos. Quanto mais humanos estão envolvidos na produção científica, maior ela será. No entanto, esta regra não se aplica apenas aos humanos. Os não humanos, os artefatos, que no dia a dia chamamos de objetos, são os que possibilitam a construção física dos testes experimentais que os humanos fazem para elaborar as tais teorias. Sendo assim, os equipamentos, reagentes, espaços laboratoriais, computadores e programas operacionais são participantes da construção dos conteúdos científicos tanto quanto, na mesma proporção, que os humanos.
ResponderExcluirEste capítulo me remeteu à minha própria experiência profissional, ao tentar abordar, com meus alunos, o assunto inovação. Procuro fazer uma reflexão sobre a importância do que não é mais falado, do que não mais atrai a nossa atenção, como um lápis, um sapato, uma caneta. São tidos como dados como os como status quo do ambiente e não importantes, mas são eles que determinam a qualidade do que é feito naquele ambiente. Esta reflexão pode ainda ser extrapolada para um debate sobre as diferentes condições de vida, de ensino, de trabalho, de socialização das pessoas: elas são recheadas de diferentes tipos de não humanos, então as produções naqueles ambientes também serão diferentes. Não é uma questão de relativizar, mas de apreender do seu redor a enormidade de atuantes não humanos que fundamentam o simples fato de estar.
Atenção!!!! Neste capítulo tem muitas traduções ruins…. Atuante é Actante e Obscurecimento é Caixa Preta. Mas vamos ao que interessa!
ResponderExcluirEm criança nunca fui daquelas curiosas, que desmontam coisas. E, até hoje, prefiro que algumas caixas pretas fiquem pretas e fechadas! Quando comecei a trabalhar com microcomputadores (chamava micro na época - agora seria um desktop), era enlouquecedor. Mesmo quando o hardware funcionava bem - o que era raro- eu tinha que dialogar com a máquina através de uma série de comandos - meu desejo tinha que ser traduzido numa linguagem que era da máquina e não minha! Um vez, desabafando com uma amiga, disse que queria que computadores fossem como liquidificadores. Que a gente pudesse comprar, ligar na tomada e usar sem pensar na máquina!. Agora, tenho um assim. É barato, dura muito e, quando quebra, compro outro. Assim, vivo com ele. Somos uma articulação quase perfeita!
Talvez seja essa postura que torna tão apavorante para mim entrar no emaranhado de caminhos, no daedalion, do meu objeto. Busco sair do conceito de humanas (afinal sou historiadora) de sociedade e entrar no de coletivo. Mas meu coletivo em construção me assusta.
Segue link do áudio para a aula de 16/05/2019
ResponderExcluirhttp://bit.ly/20190516_Audio_ECTS-Cap_5e6_Pandora_Latour
Observação importante: por algum tempo em alguns momentos da gravação acontecem alguns silêncios. Eles ocorrem porque nesta aula, em alguns momentos, ficamos apreciando imagens em silêncio. Especialmente o Jean nos levou a isso.
Por favor, retornem se vocês conseguiram acessar e ouvir o áudio. Levem em consideração que a gravação é amadora e feita em um dispositivo improvisado (neste caso um celular véi)
Mais uma vez, parece que gravamos sem redundância.
Vamos que vamos?!
Link para algumas imagens capturadas no nosso encontro dos ECTS de 16/05/2019: https://photos.app.goo.gl/33zeRV8q5FP8nvMc8
ResponderExcluirLink para um segundo vídeo comentário intencionalmente sobre os capítulos 5 e 6, mas que acabou ficando mais direcionado ao cap.6
ResponderExcluirComentário- https://youtu.be/VESoMVVOicA
Gostaria de saber o que vocês acharam!